10 dezembro 2010

FAXINA DA ALMA
Carlos Drummond Andrade

Não importa onde você parou…em que momento da vida você cansou…
O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
E renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? foi aprendizado…
Chorou muito?  foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?  foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes? é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido? era o início de sua melhora…
Pois é… agora é hora de reiniciar… de pensar na luz…
De encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão ?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso…Ou aquele velho desejo de aprender a pintar…
Desenhar… dominar o computador… ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio… quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Esta se sentindo sozinho? besteira…
Tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…nem nós mesmos nos suportamos…
Ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios
Onde você quer chegar?
Ir alto… sonhe alto… queira o melhor do melhor…
Queira coisas boas para a vida…
Pensando assim trazemos para nós aquilo que desejamos…
Pensando pequeno… coisas pequenas teremos…
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos
Pelo melhor…o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…Jogue fora tudo que te prende ao passado… Ao mundinho de coisas tristes…fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema…
bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
Jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração…fique pronto para a vida… para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas…Nós somos o “Amor”…
Porque somos do tamanho daquilo que vemos, e não do tamanho da nossa altura.

06 dezembro 2010

Que em 2011
Seja feliz nos seus sonhos e
tenha a felicidade de buscá-los...
Seja feliz nos seus projetos e
tenha a felicidade de realizá-los...
Seja feliz nos seus desejos e
tenha a felicidade de concretizá-los...
Seja feliz nos seus sucessos e
tenha a felicidade de obtê-los...
Seja feliz sempre, em todos os momentos.

09 novembro 2010

Cloud Computing: eliminando algumas dúvidas 


Antes de mais nada precisamos lembrar que existem inúmeros tipos de serviços de Computação em Nuvem. À primeira vista, quando se fala no assunto, aparece a propensão de imaginarmos um único modelo, geralmente de infraestrutura. Mas, existe uma diversidade dos serviços de Computação em Nuvem, que podem ser melhor exemplificadas quando os dividimos em camadas. Estas camadas mostram como os serviços de TI podem ser ofertados sob o modelo de Computação em Nuvem:



a)    Nivel 1: camada de infraestrutura em nuvem (infrastructure-as-a-service), com oferta de serviços de hospedagem de capacidade computacional e armazenamento de dados. É a camada mais básica da Computação em Nuvem.Um exemplo típico são as ofertas de serviços em nuvem da Amazon, chamados de EC2 e S3.

b)     Nivel 2: camada de  desenvolvimento e serviços de gerenciamento em nuvem. Um exemplo é a plataforma de desenvolvimento como as oferecidas pelo Google AppEngine e pelo force.com. Muitas vezes estas camadas usam serviços e softwares da camada anterior.

c)      Nivel 3: camada de aplicações ou Software-as-a-Service  como Salesforce.com, Google Docs ou LotusLive da IBM. Muitas das aplicações Web 2.0 mais conhecidas, como Facebook, Flickr e Linkedin são serviços baseados em nuvem, embora seus usuários não tenham idéia disso. Esta camada é a parte mais visível da Computação em Nuvem e a que mais enfatiza seus benefícios para os usuários.

d)     Nivel 4: camada de processos, que envolvem processos de negócio baseados nas tecnologias ofertadas pelas camadas anteriores. Um exemplo são os serviços de BPO (Business Processing Outsourcing) oferecidos no modelo  de Computação em Nuvem. Ainda incipiente, mas que deve no futuro transformar o próprio mercado de BPO.



Abaixo de todas estas camadas podemos imaginar uma camada zero, onde se situam os fornecedores de tecnologias básicas, que são exatamente os servidores, discos, equipamentos de rede, sistemas operacionais. Estes componentes são a base tecnológica das nuvens. Sim, as nuvens precisam de computadores e data centers...



Uma tecnologia fundamental ao conceito de nuvem é a virtualização. Virtualização é basicamente o uso de software para simular hardware. Quando alugamos os serviços de uma nuvem, na prática não estamos alugando diretamente computadores reais, mas computadores virtuais simulados por software, em cima dos computadores reais da infraestrutura do provedor da nuvem.



A virtualização não é, em absoluto, uma novidade tecnológica. Suas primeiras implementações datam dos mainframes 360/67 da IBM, que apareceram em 1967.  Mas, nos últimos anos, com o aumento da capacidade dos processadores, a virtualização, antes restrita aos mainframes, começou a se espalhar por servidores de pequeno porte, aumentando sua utilidade e disseminação.



A virtualização nos permite construir múltiplos servidores virtuais em uma única máquina física. Cada uma destas máquinas virtuais funciona como se fosse uma máquina real, com seu sistema operacional e aplicações. A virtualização possibilita um uso muito mais eficiente do recursos computacionais, pois compartilha e distribui a carga de vários servidores virtuais em um servidor físico.



O termo infraestrutura como serviços começou a aparecer no final de 2006, como uma sofisticação do conceito e da terminologia de Hardware-as-a-Service, proposto pelo jornalista Nicholas Carr. A idéia básica é que o usuário, ao invés de adquirir e instalar servidores e equipamentos de rede em um data center, poderia usar estes recursos a partir de um provedor externo. Mas, diferentemente dos modelos tradicionais de outsourcing, a Computação em Nuvem não alocaria um determinado recurso ao contratante. A nuvem  alocaria de foma dinâmica e automática os seus recursos, para atender aos requisitos de demanda do cliente.



As caracteristicas básicas do modelo de Infrastruture-as-a-Service (IaaS) são:

a)      O usuário não precisa obrigatoriamente dispor de hardware e software nos moldes tradicionais, ou seja, em seu próprio data center. Pode alocar estes recursos em uma nuvem pública. A capacidade de processamento e de armazenamento é obtida remotamente da nuvem. Por outro lado, ele pode adotar o conceito de nuvem em seu data center, aparecendo então o conceito da nuvem privada.

b)      Em uma nuvem pública todos os recursos computacionais estão na nuvem do provedor, que os alocará de forma dinâmica e elástica, para atender as demandas de flutuação do negócio.

c)       O acesso à nuvem é via Internet. Portanto banda larga é fundamental.

d)      Os recursos, de uma maneira geral, sendo compartilhados tendem a ser usados de forma mais eficiente.

e)      Todo o pagamento é pelo volume de utilização. Usou, pagou pelo que foi usado.

f)         Este modelo incentiva a criação de ecossistemas que podem gerar aplicações e serviços complementares à oferta IaaS. Um exemplo é ecossistema criado em cima da nuvem da Amazon, com inúmeras empresas disponibilizando serviços adicionais usando esta nuvem como infraestrutura. O catálogo de aplicações basedas na nuvem da Amazon pode ser visto em:  http://developer.amazonwebservices.com/connect/kbcategory.jspa?categoryID=60.



Outro serviço em nuvem interessante é o do Sofware-as-a-Service. O modelo SaaS é um modelo que entrega software como um serviço, de forma diferente do modelo tradicional, onde a empresa adquire uma licença de uso e instala o software nos servidores da empresa. O modelo SaaS muda as regras do jogo, transformando a maneira de como software é comercializado. Não existe mais a necessidade de contratos de manutenção, pois esta fica  cargo do provedor e não mais da empresa. O usuário passa apenas a usar o software, sem se preocupar com as atividade de instalação, manutenção, upgrades, etc.



O benefício pode ser visto através de um exemplo bem simples: um editor de texto. No modelo tradicional, o usuário precisa ter uma cópia do software e sua respectiva licença de uso no seu desktop ou laptop. O usuário adquire esta licença para uso 24x7,  mesmo que não use o software a noite ou nos fins de semana. Além disso, se ele levar trabalho para casa e ter que usar um outro computador, como seu PC doméstico, terá que obter uma segunda licença. No modelo SaaS, quando o software não está sendo usado, não está sendo pago. E ele, usuário, pode usar o editor em casa ou no escritório, sob a mesma assinatura, pagando apenas pelo seu uso.



O modelo SaaS não surgiu de um dia para o outro, mas é fruto da convergência de diversas tecnologias (networking, ferramentas de programação e capacidade computacional) que vem apresentando custos continuamente descrescentes. Por outro lado, os softwares vendidos por modelos de licenciamento estão continuamente se tornando mais complexos e custosos para serem adquiridos, implementados e mantidos. E em cima deste contexto, um cenário de negócios exigindo cada vez mais rapidez e menores custos das áreas de TI. A combinação de todos estes fatores gerou um pano de fundo que criou um mercado para que o software possa ser entregue como serviços, a custos bem menores que no modelo atual.



Surgiu então o SaaS, cujo conceito começou a circular por volta de 1999, mas apenas nos últimos anos ganhou espaço considerável de mídia. Uma das iniciativas pioneiras foi o Salesforce.com, embora hoje muitos outros softwares já estejam disponíveis sob este modelo.



Ainda existe uma grande confusão em torno das diferenciações entre SaaS e o anterior modelo ASP ou Application Services Provider. SaaS está relacionada com a funcionalidade da aplicação, entregue via modelo de subscrição. O cliente não precisa ter a “propriedade” do software. O ASP é diferente. É um modelo de hospedagem da aplicação, onde o cliente adquire o software e o instala em um provedor remoto. Por exemplo, o cliente adquire a licença de uso de um ERP e o hospeda em um servidor externo. A diferença com relação ao modelo tradicional é que no ASP em vez de instalar e operar o aplicativo nos seus servidores, ele fica em servidores externos. Se um dia o cliente não quiser mais usar este provedor externo, mas rodá-lo internamente, como ele “possui” o software, simplesmente o instala em seus próprios servidores.



No SaaS, ele não “possui” o software e portanto não pode instalá-lo em seus próprios servidores. Adicionalmente não precisa se preocupar com a tecnologia em que o software vai operar. No ASP esta preocupação existia, pois ele tinha que adquirir um software para determinado ambiente operacional.



Software-as-a-Service é um modelo disruptivo. Sua proposição de valor é  funcionalidade oferecida e não a “propriedade” do produto. A idéia básica é que você na verdade não quer uma máquina de lavar roupa, mas quer a roupa lavada. Você não necessita instalar um pacote de CRM ou ERP, mas precisa apenas das suas funcionalidades.



O cliente não adquire licença de uso, mas paga uma taxa mensal baseada no número de funcionários que acessem o serviço. SaaS por ser um modelo disruptivo, vai afetar toda a estrutura da indústria de software. As empresas de software que se sustentarão neste modelo tenderão a ter nítida vantagem sobre as que se mantiverem rigidamente presas ao modelo de depender de despesas de capital por parte de seus clientes, para a compra de seus produtos. Claro, não será amanhã, mas é um movimento que já se iniciou...

29 outubro 2010

Canto Evocativo de Deus

"Ó Deus-Pai, que dais vida a todos os seres viventes, abençoai-me com Vosso Espírito.
 
Eu vivo, não pela minha própria força, mas pela Vida de Deus-Pai que permeia os céus e a terra.
 
As minhas obras, não sou eu quem as realiza, mas a força de Deus-Pai que permeia os céus e a terra. 

Ó Deus, que vos manifestastes através da Seicho-No-Ie para indicar o Caminho dos céus e da terra, protegei-me."

27 outubro 2010

Delphi Conference 2010 Review
Por: Leonel Togniolli

.Dia 26 de outubro de 2010 ocorreu a Delphi Conference 2010 no Brasil. Foi um evento gratuito, com lugares limitados, que esgotaram rapidamente levando 550 pessoas para São Paulo


O Keynote de abertura contou com o VP de relacionamento com desenvolvedores da Embarcadero, David Intersimone, que falou sobre o presente e o futuro  do Delphi, dando ênfase a novas plataformas e dispositivos móveis. Ele demonstrou tecnologias em desenvolvimento, compilando e rodando uma aplicação Delphi nativamente em 64bits, e outra aplicação rodando nativamente no Mac OS X. Também mostrou um dos recursos da versão mais recente, Delphi XE, fazendo o deploy de uma aplicação Delphi em uma micro-instance na nuvem da Amazon EC2, disponibilizando a aplicação para todos acessarem naquele momento.

Após a abertura o evento seguiu em quatro frentes: três palestras ocorrendo simultaneamente no auditório e em duas salas, e minicursos em uma terceira. Os assuntos eram bem variados, mas percebia-se uma grande aposta em tópicos sobre o framework multicamadas DataSnap, dos quais se destacou a apresentação do italiano Daniele Teti, que veio de Roma falar sobre aplicações Android se comunicando com servidores de aplicação DataSnap escritos em Delphi.

Além de todo o foco em DataSnap, ainda foram cobertos tópicos como desenvolvimento para iPhone com Delphi Prism, notas fiscais eletrônicas, reconhecimento facial e biometria, nHibernate, performance e profiling, RadPHP, MVC, gestão de riscos em projetos de software, entre outros, que certamente manteve o interesse de cada um que esteve lá.
 
Em geral, acredito que o evento foi um grande sucesso, dando a oportunidade para todos fazerem ótimos contatos, e ofereceu uma ótima introdução aos novos recursos do Delphi XE e toda a família do RAD Studio XE, além de vários assuntos de interesse de todos os desenvolvedores.

28 setembro 2010

09 setembro 2010

"DESTRALHE-SE"
(desconheço o autor)




- "Bom dia, como tá a alegria"?   Diz dona Francisca, minha faxineira, que acaba de chegar.
- "Antes de dar uma geral na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" e ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, "quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; 12 fazem a vida prosperar".
    Falando nisso, "vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".

    Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são:
- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa há um ano,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas,
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas, antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...


Ufa, que peso! "O que está fora está dentro e isso afeta a saúde", aprendi com dona Francisca. "Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa!", ela diz, enquanto me ajuda a 'destralhar', ou liberar as tralhas da casa... O 'destralhamento' é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias. Com o destralhamento:
- A saúde melhora;
- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se aprimoram...

É  comum se sentir cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho, pois "existem fios invisíveis que nos ligam à tudo aquilo que possuímos".
Outros possíveis efeitos do "acúmulo e da bagunça":
- sentir-se desorganizado; fracassado;  limitado; aumento de peso; apegado ao passado...

> No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
> Na entrada, restringem o fluxo da vida;
> Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
> Acima de nós, são dores de cabeça;
> "Sob a cama, poluem o sono".
> "Oito horas, para trabalhar; Oito horas, para descansar; Oito horas, para se cuidar."

Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:
- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje?
- O que vou sentir ao liberar isto?

...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!


Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
- das cores berrantes,
- dos odores químicos,
- dos revestimentos sintéticos...
e também...
- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.

"Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente", diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste a essa idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que "as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo".. a gente deveria de ser assim, ela diz:
"Destralhar ajuda a adocicar."
Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar?

07 setembro 2010

Léo - Amarelinho

Não consegui postar nada desde Junho... Bug no sistema, rs
Como meu mundo ultimamente tem girado em torno de gatos, segue uma fotita...

22 junho 2010

"Existem três tipos de empresários:
Aqueles que fazem as coisas acontecerem
Aqueles que observam as coisas acontecerem
Aqueles que nem mesmo sabem que as coisas estão acontecendo"
L. Appley

18 maio 2010

Migrando um BD para o FB 2.1

O PROBLEMA

As versões anteriores ao Firebird 2.1 tem problemas relacionados com a extração de charsets e metadata:
  1. Durante a criação/alteração de objetos, não havia a conversão do código textual da metadata (procedures/triggers sources, descriptions, constraints/defaults texts, etc) do charset utilizado no cliente para o charset do sistema (UNICODE_FSS), inserindo bytes "não traduzidos" nas colunas de charset UNICODE_FSS.
  2. Quando lendo BLOBs textuais, não havia tradução do charset definido no BLOB para o charset do cliente.
Note que mesmo na versão 2.1, o item 1 acima poderá ocorrer caso você crie ou altere objetos no banco de dados utilizando uma conexão com charset NONE ou UNICODE_FSS, onde os dados contenham caracteres fora do padrão UNICODE_FSS.
Caso seu banco de dados tenha objetos definidos com caracteres fora do padrão ASCII, você deve repara-lo para que possa ser lido após a migração para o Firebird 2.1.
Abaixo estão descritos dois métodos para corrigir o problema. Escolha o que for melhor para o seu caso.
MÉTODO "A"
Para os passos a seguir, o banco de dados já deve estar na ODS 11.1 (significando que, caso seu banco tenha sido criado em uma versão anterior do FB, você deve fazer um backup e restaura-lo no FB 2.1).
Antes de começar, faça uma cópia do seu banco de dados.
Para cada um dos passos descritos a seguir, é aconselhável que você reconecte no banco de dados.
Passo 1. Criando as procedures no banco de dados
  1. isql database.fdb
  2. SQL> input 'misc/upgrade/metadata/metadata_charset_create.sql';
Passo 2. Verificando o banco de dados
  1. isql database.fdb
  2. SQL> select * from rdb$check_metadata;
A procedure rdb$check_metadata vai retornar todos os objetos que foram afetados por ela.
Caso não retorne um erro/exceção, significa que sua metadata está OK e você pode ir direto para o passo 4 (abaixo). Caso contrário, o primeiro objeto com problemas é o último listado antes de ocorrer a exceção.
Para corrigir a metadata, é necessário saber com qual charset o objeto foi criado. O script de upgrade funcionará corretamente apenas se toda a metadata foi criada com o mesmo charset.
Passo 3. Corrigindo a metadata
  1. isql database.fdb
  2. SQL> input 'misc/upgrade/metadata/metadata_charset_create.sql';
  3. SQL> select * from rdb$fix_metadata('WIN1252');  -- troque WIN1252 pelo charset apropriado
  4. SQL> commit;
A procedure rdb$fix_metadata retornará os mesmos dados que a procedure rdb$check_metadata, mas irá alterar o texto da metadata.
A procedure deve ser executada apenas uma vez! Depois disso, poderá ser apagada.
Passo 4. Removendo as procedures de atualização
  1. isql database.fdb
  2. SQL> input 'misc/upgrade/metadata/metadata_charset_drop.sql';

MÉTODO "B"

Este método tem a vantagem de criar um banco de dados com estrutura 100% válida, visto que qualquer problema no código de procedures, triggers, etc., como por exemplo o uso de palavras que passaram a ser reservadas, acusará erros durante a execução do script, que deverá ser corrigido a fim de deixar o banco de dados com uma metadata perfeita.
  1. Sempre trabalhe com uma cópia da base de dados original, para evitar qualquer tipo de problema.
  2. Antes de migrar para o FB 2.1, extraia o script de criação do banco de dados que será migrado.
  3. Crie um novo banco de dados já no Firebird 2.1, utilizando o script gerado anteriormente. Caso ocorram erros durante a execução do script, corrija os problemas reportados.
  4. Através de uma ferramenta de PUMP (exemplo: IB DataPump), copie os dados da base antiga para o novo banco de dados.
Autor: Carlos Henrique Cantu - Método "A" traduzido e adaptado do arquivo metadata_charset.txt que acompanha o FB 2.1
http://www.firebase.com.br/fb/artigo.php?id=1892 

19 abril 2010

"Senhor, dá-me serenidade para aceitar tudo aquilo que não pode e não deve ser mudado. Dá-me força para mudar tudo o que pode e deve ser mudado. Mas, acima de tudo, dá-me sabedoria para distinguir uma coisa da outra"

03 abril 2010


Resolvendo bug de sincronização do Palm com pmTraceDatabase

O software de sincronização do Palm - HotSync - apresenta um bug quando instalado no Vista. Ele não consegue fazer o backup do arquivo pmTraceDatabase no final da sincronização e acusa um erro através de uma janela de diálogo. Muito chato... principalmente se você - como eu - sincroniza o dispositivo várias vezes por dia.

Como resolver

1. Baixe no seu computador e instale no Palm o aplicativo "FileZ": http://filez.en.softonic.com/palm
2. Abra o aplicativo FileZ no Palm e clique em "view and edit files". Use o stylus para ficar mais fácil. Tentei navegar pelo teclado mas não funcionou.
3. Abra a pasta "internal"
4. Role a tela até achar o arquivo pmTraceDatabase. Marque o arquivo.
5. Clique em "details"
6. Clique em "Attrs"
7. Desmarque a opção "backup"
8. Clique "Save" para salvar o que você fez
9. Feche o FileZ
10. Sincronize o Palm. Provavelmente agora você não verá mais a mensagem de erro. 

para resolver a sincronização do Palm T|X no Windows Vista

26 fevereiro 2010

"Assim devem fazer vocês: manterem-se loucos, mas comportados como pessoas normais. Corram o risco de ser diferentes, mas aprendam a fazê-lo sem chamar a atenção"

24 janeiro 2010

"Reconcilia-te com todas as coisas do céu e da terra.
Quando se efetivar a reconciliação com todas as coisas do céu e da terra, tudo será teu amigo.
Quando todo o Universo se tornar seu amigo, coisa alguma do Universo poderá causar-te dano.
Se és ferido por algo ou se és atingido por micróbios ou espíritos baixos, é prova de que não estás reconciliado com toda as coisas do céu e da terra.
Reflexiona e reconcilia-te.
Esta é a razão por que te ensinei, outrora, que era necessário te reconciliares com teus irmãos antes de trazeres oferenda ao altar.
Dentre os teus irmãos, os mais importantes são teus pais.
Mesmo que agradeças a Deus, se não consegues, porém, agradecer a teus pais, não estás em conformidade com a vontade de Deus.
Reconciliar-se com todas as coisas do Universo significa agradecer todas as coisas do Universo.
A reconciliação verdadeira será consolidada quando houver recíproco agradecer.
Mesmo que agradeça a Deus, aquele que não agradece a todas as coisas do céu e da terra não consolida a reconciliação com todas as coisas do céu e da terra.
Não havendo reconciliação com todas as coisas do Universo, mesmo que Deus queira te auxiliar, as vibrações mentais de discórdia não te permitem captar as ondas da salvação de Deus.
Agradece à Pátria. Agradece a teu pai e a tua mãe.
Agradece a teu marido ou tua mulher.
Agradece a teus filhos. Agradece a teus criados.
Agradece a todas as pessoas.
Agradece a todas as coisas do céu e da terra.
Somente dentro desse sentimento de gratidão é que poderás ver-Me e receber Minha salvação.
Como sou o Todo de tudo, estarei somente dentro daquele que estiver reconciliado com todas as coisas do céu e da terra.
Não sou presença que possa ser vista aqui ou acolá.
Por isso não me incorporo em médiuns.
Não penses que chamando por Deus através de um médium, Deus possa Se revelar.
Se queres chamar-Me, reconcilia-te com todas as coisas do céu e da terra e chama por Mim.
Porque sou Amor, ao te reconciliares com todas as coisas do céu e da terra, aí, então, Me revelarei."
(Revelação Divina da noite de 27 de setembro de 1931)